quarta-feira, 14 de julho de 2010

TOY STORY 3


Nunca é demais exaltar a Pixar. A cada ano uma nova animação salta aos olhos da crítica e do público. Cinéfilos das mais diversas idades correm para a sala escura para conferir o que John Lasseter e companhia prepararam dessa vez. A expectativa é sempre alta para assistirmos a mais um filme com o selo de qualidade do estúdio, e dificilmente eles decepcionam. Mesmo em “Carros”, um dos longas mais fracos da Pixar, ainda há muito a ser apreciado. E quando eles acertam em cheio, como em “Wall-E”, o deleite visual é apenas parte da irretocável história que eles têm para nos contar.

Resgatar “Toy Story”, dez anos depois do segundo filme, reforça que arriscar também é uma das virtudes do estúdio. Significa o retorno à franquia que marcou época no cinema mundial, tendo alçado a Pixar ao status que hoje mantém com folga. Mas eles sabem definitivamente onde estão pisando. Conhecem os passos que devem ser dados para alcançar o mesmo sucesso e, melhor ainda, os que devem ser dados para superá-lo. Isso mesmo. “Toy Story 3” é melhor que seus antecessores e encerra com lágrimas de felicidade o que já era histórico.

Faltam palavras para explicar porque “Toy Story 3” é tão bom. É uma mistura de sentimentos puros que nos envolvem a cada cena protagonizada pelos brinquedos de Andy. Um desfecho perfeito encerra o filme e não se espante se ao final dos créditos seus olhos estiverem marejados. É simplesmente o resultado da harmonia de um longa-metragem pertencente a um estúdio que, felizmente, não se cansa de produzir obras-primas da animação. Mais uma vez, palmas para a Pixar.



Darlano Didimo

domingo, 11 de julho de 2010

JABACULÊ


No dia 31 de maio, os repórteres do IG, Marcel Rizzo,Paulo Passos e Daniel Tozzi já revelavam como seria o logotipo da Copa do Mundo no Brasil.

Uma semana depois, o mesmo Marcel Rizzo com Gian Oddi, também do IG, revelavam que havia um certo desconforto no mundo publicitário com a falta de transparência da escolha, que teria recaído sobre uma grande agência que tem as contas das principais parceiras da CBF, como a Ambev, a Seara, a Vivo, o Banco Itaú.

E não deu outra.

A agência África, nenhum parentesco com a África do Sul, foi a vencedora.

Da comissão que escolheu o logotipo vitorioso participaram o arquiteto Oscar Niemayer, o escritor Paulo Coelho, a modelo Gisele Bundchen, o desenhista Hans Donner, a cantora Ivete Sangalo, além de Ricardo Teixeira e Jérôme Valcke, da Fifa.

O logo, numa visão ingênua, é mal educado, pois sugere que a Copa é do anfitrião, que ninguém tasca.

E numa visão maliciosa, você sabe, é óbvio, tantas mãos em torno da taça.

Não é à toa que tem gente dizendo que a bola da Copa no Brasil será a Jabaculê

Por Juca Kfouri


Dunga zurra

"...se contasse com um Ronaldinho Gaúcho ou um Ganso, teria mais chances de reverter o placar?

Está bom, então. Se eu tivesse o Ronaldinho Gaúcho, tiraria quem?"

HAHAHAHAHA

Por EDUARDO MALUF - O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - Dunga se fechou em sua casa, em Porto Alegre, desde a chegada ao Brasil, no domingo, depois da decepção na África do Sul. Passou a semana ao lado da família e não assistiu aos jogos das semifinais da Copa - nem pretende ver a decisão de domingo. Nessa sexta-feira, pela primeira vez desde que iniciou o período de descanso, resolveu falar. Em entrevista exclusiva ao Estado, de cerca de uma hora, por telefone, disse não estar arrependido por ter deixado Neymar, Ganso e Ronaldinho fora do Mundial e que o "trabalho da seleção na África foi um exemplo". Declarou que Felipe Melo "pagou a conta", mas o isentou de culpa pela eliminação, e afirmou que a "ferida" da derrota para a Holanda já está feita em seu corpo e não sairá tão cedo. Contou ter propostas de trabalho e, embora diga não guardar mágoas, voltou a atacar a imprensa. Durante a conversa, levantou o tom de voz em alguns instantes, mas em nenhum momento foi desrespeitoso ou mal-educado.


Resgate da emoção


É dessas fotos que ficam no imaginário coletivo: Pelé aos 17 anos, campeão do mundo, chorando no ombro do grande Gilmar, que o ampara, o consola, o anima, o conforta. Passados não mais de 52 anos, a reprodução dessa cena é quase impensável. Se o garoto Neymar tivesse sido campeão do mundo nos seus atuais 18 anos, como muitos queriam, em que ombro choraria de emoção, se é que choraria? No de Dunga, velho e bravo campeão; no de Kaká, veterano de outras copas e acostumado aos aplausos? Não, não parece a ninguém factível a repetição daquela cena protagonizada por Pelé e Gilmar nos campos da Suécia. Meninos de hoje não choram mais nos ombros de seus ancestrais, meninos de hoje não têm ancestrais. A sociedade pós-moderna pulveriza as verticalidades e não provê acolhimento das angústias nas hierarquias verticais, nos mais velhos, nos mais experientes, nos que já passaram por isso. O resultado está aí. A série que deveria ser "descoberta, sucesso, fama, dinheiro, conforto e satisfação" tem sido "descoberta, sucesso, fama, dinheiro, mulheres, drogas, violência, desastres, prisão ou ostracismo".

JORGE FORBES É PSICANALISTA. PRESIDE O INSTITUTO DA PSICANÁLISE LACANIANA E DIRIGE A CLÍNICA DE PSICANÁLISE DO CENTRO DO GENOMA HUMANO, DA USP

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Adriana


Mais da Adriana

Linda morena..
Tô pegando....


Novidades no Blog

O blog do Solares tem novidades.
Há agora as atualizações do Twitter e notícias do Último Segundo.
E claro os assuntos do momento
É só conferir

Sereia da Selva















A Adriana em passeio descontraido no Ariaw, destaca que todos os Manauras deveria visitar e prestigiar o melhor Hotel de Selva do Mundo. Vai a Dica da Drica