domingo, 29 de agosto de 2010

Limpando a Imagem

Lula Lá




















É assim que o Lula se sente....

hahahahahahahaha

Os Três Patetas









Indecisos e indecentes, votem em mim pra presidente. Ônestidade! Ônradez!
E Ó PROCÊIS! Tô fazendo o caminho inverso: de humorista a político.
Pelo Partido da Genitália Nacional, o PGN!
Prometo criar o Bolsa Hortifruti: todo brasileiro terá direito a uma mulher fruta.
Vota no PGN, não complica! Vai deixar de votar no Simão e votar no Tiririca?
Aliás, o Tiririca virou técnico do São Paulo. Pior que tá não fica!
E o Serra vai reverter a situação. Vai ficar gritando pra Dilma:
"Sai, Lula, sai desse corpo que não te pertence". E a voz do Lula: "NÃÃÃÃO SAAAIO! É MEU!".
A Dilma tá parecendo o Kung Fu Panda. A Marina, uma tartaruga sem casco.
O Serra só ganha em três capitais: Higienópolis, piscina do Pinheiros e Country Club do Rio!
E o OTÁRIO ELEITORAL! Vadão do Jegue do Dente de Ouro.
O dente de ouro é do Vadão ou do jegue? Voto no jegue!
E sabe por que o hilário eleitoral tem legenda? Pra gente entender os projetos do Maguila!
E sabe como se faz um frango a Maluf? Primeiro, você rouba o frango. Depois faz do jeito que quiser mesmo!
E o Quércia? Tô adorando o Quércia. Falando na língua da Xuxa: quero xer o xenador do futuro.
Eu vou doar uma dentadura seminova pro Quércia. Tá assobiando mais que a cobra do Mogli!
E assaltaram a gramática: "O PT tirou 30 milhões da POBRESA". A pobresa não é mais pobrema.
E essa: "Havanir, usarei minha força e IDENPENDÊNCIA!". Aí ela apareceu com os olhos esbugalhados, gritando: "Meu nome é Havanir"! Aí corri e me tranquei na cozinha. E ainda tem quem vai pro Playcenter e paga pra levar susto.
Da Bahia, candidatos pro PGN: Beto do Pau Miúdo e Pinto de Casa Nova. São bairros de Salvador. E nada como pinto de casa nova.
E uma candidata começou o comício "Povo de Pau Miúdo". E um cara gritou: "Peraí, madame, até aqui tem exceção"!

José Simão
http://noticias.uol.com.br/monkeynews

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

A Solução para o Transporte em Manaus

Eis uma solução interessante para o transito das grandes cidades, inclusive Manaus. O ônibus túnel. Demais.
Consiste em um veículo de trilhos que fica suspenso acima da via e há um túnel em sua parte inferior, permitindo que veículos possam trafegar, mesmo o ônibus estando parado.
Uma idéia muito bem planejada e que vem ganhando muito destaque no japão.
Te mexe Negão.











Reportagem completa aqui.

Site do projeto.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Jornalista apanha com razão



O Treinador do Goiás, Emerson Leão, foi detido pela polícia depois de agredir um radialista da Metrópole após o empate por 2 a 2 do seu time com o Vitória, no Barradão, na noite desta quarta-feira (21). Roque Santos, que levou empurrão do técnico, disse que vai prestar queixa contra Leão e outros três jogadores do time.

"São covardes, passaram a me agredir, todos incitados pelo técnico Leão. Estou recebendo todo o suporte da polícia militar, vou para a delegacia agora". Segundo Santos, ele pretende processar Leão e os jogadores Rafael Moura, Marcão e Romerito - o primeiro deu um murro e pontapés em Roque, que chegou a sangrar.

A Polícia Militar entrou em campo para separar a confusão - um policial chegou a ser atingido no tumulto. Segundo o radialista, ele apenas abordou Leão após o jogo e perguntou "O que foi que aconteceu, professor?". Leão estava nervoso e reclamava bastante da arbitragem, que considerou tendenciosa a favor do time da casa.

Ele foi levado dentro de um carro da Rotamo (Rondas Táticas Móveis) para a 10ª Delegacia (Pau da Lima) junto com os três jogadores apontados por Roque. Segundo o tenente coronel Couto, Leão e os atletas não foram presos, mas sim detidos para maiores esclarecimentos na delegacia.

Ao Lancepress, o diretor de futebol do Vitória, Carlito Arini, criticou o técnico. "O Leão já deveria ter se aposentado há muito tempo, mas continua fazendo essas palhaçadas. Além de criar a confusão, ele levou os atletas dele a fazerem o mesmo", disse.

Os Fatos:

Do Leitor João Castro

1) Leão, já nervoso, entra em campo, os repórteres vão ao seu encontro.
2) Ele não gosta dos microfones em seu rosto e manda tirar (direito dele).
3) Roque Santos insiste, colocando o microfone colado ao rosto do técnico.
4) Leão afasta com a mão o microfone do repórter, que estava junto à sua boca.
5) Roque Santos agride Leão como microfone!.
6) Leão é afastado por membro da comissão técnica e, descontrolado, tenta devolver a agressão sofrida.
7) Roque Santos corre em direção a Leão, provocando e xingando, com o microfone desligado.
8) Roque Santos agride por trás um membro da comissão técnica do Goiás, que estava tentando conter os ânimos.
9) O radialista foge e é alcançado por Rafael Moura, que devolve a agressão.

Eis os fatos.



quarta-feira, 21 de julho de 2010

Seinfeld: 20 anos sobre nada.

Passei a acompanhar a séria a cinco anos e nunca me identifiquei tanto com algo como com SEINFELD.

Poucas coisas na vida me dão tanto prazer.

Será possível fazer sucesso como uma série que fala sobre o nada? O mundo viu que sim. Há 20 anos atrás surgia Seinfeld, um sitcom de popularidade exponencial ao longo de suas nove temporadas.

Sua origem está no stand-up comedy, já que o protagonista-título, Jerry Seinfeld, foi um dos grandes responsáveis pela popularização desse formato de comédia pelo mundo.

A comédia stand-up é, na verdade, uma forma de fazer as pessoas rirem de coisas das quais nunca ririam se não estivessem lá para isso.

O quarteto era insubstituível: o humorista em tempo integral Jerry, a interesseira Elaine, o excênctrico Kramer e o geek neurótico George. O grupo mais influente da década de 90 conquistou o público justamente por suas deformidades, o que prova a naturalidade dos personagens e do roteiro.

Seinfeld soube, como nenhuma outra série, explorar os acontecimentos mais banais do cotidiano, como alugar um filme, ou a ida ao dentista, e transformar tudo em uma comédia. Mas não era qualquer comédia; era mordaz, politicamente incorreta (moda entre as comédias atuais), com piadas cáusticas, onde ninguém era poupado de ser chicoteado.

O universo de Seinfeld é o cenário urbano e moderno, onde histórias genialmente absurdas são vivenciadas por personagens neuroticamente bizarros, ao redor de vizinhos, parentes e conhecidos razoavelmente perturbados. Seu barato está no seu propósito de não ensinar nada, nem de mostrar evolução moral dos personagens. Deixou como legado, além do modo peculiar de fazer comédia, um vasto repertório de expressões que passou a integrar o vocabulário dos fãs, como a expressão "Yada yada yada".

20 anos se passaram e as boas comédias do século XXI podem ser mais elaboradas (The Office, 30 Rock), mais ousadas (Arrested Development, Weeds), mas Seinfeld ainda consegue manter o maior índice de puro sarcasmo e excentricidade por episódio.

Valeu SEINFELD. Você mudou a minha vida

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Porque a Maitê não casa


  • Por Fernando Porfírio

    A Justiça de São Paulo garantiu à atriz Maitê Proença o direito de receber a pensão vitalícia que herdou dos pais. A decisão obriga o governo paulista a voltar a pagar o benefício de cerca de R$ 13 mil mensais. O valor foi suspenso no final do ano passado por decisão administrativa da SPPrev (São Paulo Previdência).

    A SPPrev é uma autarquia vinculada à Secretaria da Fazenda. É responsável por administrar a folha de pagamento de pensões e aposentadorias da Administração direta e indireta do Estado, bem como da Assembléia Legislativa, do Tribunal de Contas, das universidades públicas, do Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública.

    A autarquia já recorreu da decisão ao Tribunal de Justiça. Sustenta que seu ato não é ilegal. E argumenta ter amparo em lei e fatos. E afirma, ainda, que não violou direito da atriz.

    Maitê ganhava pensão de seus pais, o procurador de Justiça Carlos Eduardo Gallo e a professora Margot Proença, ambos mortos em 1971 e 1989. Maitê tem direito ao benefício porque nunca se casou no papel. No entanto, teve uma filha e viveu 12 anos com o empresário Paulo Marinho. Ela também morou por um tempo com o cineasta Edgar Moura.

    Pela Lei Complementar 180/78, as filhas solteiras de servidores públicos tinham direito a pensão permanente. A SPPrev defende que a atriz perdeu esse direito pela vida conjugal mantida com o empresário Paulo Marinho.

    A atriz entrou na Justiça para ter de volta seus direitos. A ferramenta escolhida foi o Mandado de Segurança, instrumento jurídico para a garantia de direito líquido e certo (que não precisa de prova).

    O juiz Marcus Vinicius Kiyoshi Onodera, da 2ª Vara da Fazenda Pública, aceitou os argumentos apresentados pela defesa de Maitê. Ele determinou que o governo paulista volte a pagar a pensão. Para o juiz, a autarquia equiparou união estável com casamento com o objetivo único de acabar com a pensão.

    “Há duas regras de hermenêutica que impedem isso. A primeira consiste em que, se a lei não distingue, não pode o intérprete destingui-la. A segunda é que regra de exceção deve ser interpretada de modo restritivo. A Administração criou hipótese de cessação de benefício sem qualquer amparo legal”, afirmou o juiz.

    Para ele, a lei aplicável à concessão de pensão previdenciária por morte é aquela vigente na data de morte do segurado. Segundo ele, a SPPrev violou direito (líquido, certo e incontestável) adquirido pela atriz ao fazer valer eficácia retroativa de lei que veio depois dos fatos (mortes dos pais) e mais restritiva.

    Para justificar a perda da pensão da atriz, a SPPrev equiparou união estável com casamento. É que a lei em vigência na época da morte dos pais de Maitê Proença dizia que o direito ao benefício cabia unicamente a filha solteira.

    Como prova, apontou texto da biografia de Maitê em seu site oficial. Nele, a atriz afirma ter formado “uma família linda” nos 12 anos em que viveu com Paulo Marinho, o que caracterizaria seu relacionamento com o empresário como uma “união estável”.

    Fernando Porfírio é repórter da revista Consultor Jurídico